Estou deitado no vazio, apenas um buraco negro de falta de qualquer coisa. Aqui não há sentimentos, não há pensamentos, apenas este poço interminável pelo qual vou caindo. Mesmo com os comprimidos receitados pelo psiquiatra não consigo dormir À beira do buraco começa a insinuar-se o desespero por não conseguir adormecer, mas só se insinua